Nesse blog iremos discutir e informar sobre as noticias da parte técnica na área de transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e no Mundo. transmissão de energia elétrica, manutenção, energia elétrica, distribuição, eficiência energética, P&D, leilão transmissão, subestações, linhas de transmissão, segurança do trabalho.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Diretoria do ONS tem novos integrantes
Foram eleitos hoje, 20 de abril de 2012, em Assembleia Geral Ordinária, os dois novos diretores do ONS para o quadriênio 2012-2016.
Álvaro Fleury Veloso da Silveira assumirá a Diretoria de Administração dos Serviços da Transmissão e Francisco José Arteiro de Oliveira a Diretoria de Planejamento e Programação da Operação.
http://www.ons.org.br/download/2012abril-NovosDiretores.pdf
quinta-feira, 24 de maio de 2012
GE investe R$ 500 milhões em centro de pesquisas no Rio
| GE investe R$ 500 milhões em centro de pesquisas no Rio | |
| Pedra fundamental foi lançada nesta quinta na Ilha do Fundão. Centro fica pronto em 2013 e vai gerar 200 empregos iniciais. | |
| G1 g1.globo.com | |
A GE investirá R$ 500 milhões em seu Centro de Pesquisas Global na Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro, o primeiro centro de pesquisas da empresa na América Latina. O anunciou foi feito nesta quinta-feira (24), no lançamento da pedra fundamental do centro, que contou com a presença do governador Sérgio Cabral e do prefeito Eduardo Paes. Com instalações nos Estados Unidos, na Alemanha, na Índia e na China, a empresa escolheu o Brasil para receber o seu quinto Centro de Pesquisas Global, para desenvolver soluções para os desafios locais e apoiar o desenvolvimento do país, disse Reinaldo Garcia, presidente da GE e CEO para a América Latina. A unidade deverá ficar pronta no segundo semestre de 2013 e vai gerar 200 empregos iniciais, com capacidade para 400 pesquisadores. Até o espaço ficar pronto, a GE continuará funcionando no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde está desde 1º de setembro de 2011, com mais de 50 profissionais trabalhando em três centros de excelência em pesquisas: biocombustíveis, sistemas inteligentes e integração de sistemas. “O país vive um momento único de crescimento e possui necessidades específicas de infraestrutura. Nosso centro de pesquisas trabalhará para ajudar o Brasil a acabar com esses gargalos ao oferecer soluções customizadas e feitas especialmente para a demanda brasileira”, disse Reinaldo Garcia. O modelo de funcionamento do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil é diferente dos outros por atuar próximo dos clientes para descobrir suas necessidades locais, transformando as demandas em pesquisas e, depois, em soluções. “Graças a este modelo pioneiro para o Brasil, nosso Centro de Pesquisas Global já terá mais um Centro de Excelência, focado no desenvolvimento de inovações na área de águas profundas, que atenderá às particularidades relacionadas ao pré-sal e outras oportunidades”, disse Ken Herd, responsável pelo Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil. Os três centros de excelência já em funcionamento têm trabalhos que visam produzir inovações. Em biocombustíveis, as pesquisas focam vinhaça e bagaço de cana, biocombustíveis para a Aeronáutica e locomotivas movidas a gás natural. Em sistemas inteligentes, o trabalho é em automação avançada, diagnósticos para energia elétrica, setor de petróleo e gás, transportes aéreos e transportes terrestres. Já na área de integração de sistemas, as pesquisas priorizam a otimização para transportes, a otimização do trajeto mina-porto e a eficiência logística. A GE tem centros de pesquisa há mais de cem anos, e os trabalhos resultaram até 2011 em 3.615 patentes. |
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Entrada dos chineses na EDP dá fôlego para investimentos em geração no Brasil
| Entrada dos chineses na EDP dá fôlego para investimentos em geração no Brasil | |
| Empresa quer crescer no país, mas projetos não apresentam rentablidade adequada, segundo Antonio Mexia | |
| Agência Canal Energia canalenergia.com.br | |
A entrada dos chineses na EDP dará mais fôlego para os investimentos da empresa, principalmente no Brasil, país considerado estratégico não só pelos portugueses, mas também pela China Three Gorges, que adquiriu 21,35% da EDP no processo de privatização. De acordo com Antonio Mexia, CEO da EDP, a presença no Brasil e a forte atuação no segmento de energias renováveis foram os dois principais atrativos da companhia nesse processo. Na disputa estavam ainda a alemã E.ON e as brasileiras Eletrobras e Cemig. O executivo acredita que se não fossem esses dois fatores, a empresa não teria atraído muitos interessados. "O Brasil é uma aposta fundamental da EDP", afirmou o executivo. No entanto, ainda de acordo com Mexia, o crescimento no Brasil, que está focado no segmento de geração, esbarra na rentabilidade dos projetos. "Gostaríamos de crescer no Brasil mais rápido do que estamos crescendo, mas os projetos não tem a rentabilidade adequada", declarou Mexia. A empresa está terminando de construir a térmica de Pecém, no Ceará, e iniciou a construção da hidrelétrica de Jari, no Amapá. A EDP também vendeu 120 MW de energia eólica nos últimos leilões de geração. Segundo Mexia, os chineses tem uma capacidade de financiamento muito grande, importante para a participação nos projetos. A CTG comprou a fatia da EDP e se comprometeu a investir 2 bilhões de euros até 2015, sendo 800 milhões de euros até maio de 2013. "Nós compartilhamos da mesma visão e temos como foco crescer na área internacional através de fontes renováveis", comentou Mexia. |
Tiros contra a State Grid atingem as costas da Copel
Tiros contra a State Grid atingem as costas da Copel
A barricada armada pelo governo contra a expansão da State Grid no
Brasil desencadeou um curto-circuito nos planos da Copel. A mobilização
do Planalto e do Ministério de Minas e Energia para que a NeoEnergia não
seja vendida aos chineses ocorre justamente no momento em que a
estatal paranaense negocia um grande acordo com o grupo asiático. As
duas empresas costuram a criação de uma joint venture para
investimentos conjuntos na área de transmissão. O projeto prevê tanto a
entrada nos próximos leilões da Aneel quanto a compra de participações
em concessões já em operação.
Segundo informações filtradas junto à Copel, as primeiras conversas com
o alto comando da State Grid foram conduzidas pelo próprio governador
Beto Richa. No entanto, os fatos recentes acenderam uma luz vermelha
no painel da companhia e do próprio governo do Paraná. Duas questões
estão remoendo as autoridades paranaenses. A primeira é saber se os
chineses manterão o interesse no projeto diante da oposição explícita do
governo federal. Ao mesmo tempo, a cúpula da Copel discute
internamente até que ponto vale a pena levar adiante uma associação
com um investidor estrangeiro que entrou para o índex do Planalto.
A Copel e a State Grid já são parceiras em um consórcio que arrematou a
concessão de linhas de transmissão em São Paulo no mais recente leilão
da Aneel, realizado em março. Trata-se, no entanto, de um grão de areia
perto das possibilidades de negócio que vêm sendo alinhavadas pelas
duas empresas. De acordo com a fonte ouvida pelo RR, a State Grid tem
cerca de US$ 1,5 bilhão para investir em transmissão no Brasil.
Procuradas, State Grid e Copel não quiseram se pronunciar sobre novas
negociações.
Ao se aproximar da Copel, o grupo chinês buscou uma
complementariedade operacional. A ideia era ter um parceiro
relativamente forte na área de geração, criando uma sinergia com os
negócios em transmissão. Agora, no próprio governo do Paraná vozes
mais otimistas dizem que a sociedade com a Copel pode até ter um valor
simbólico para a State Grid. A parceria com uma empresa pública serviria
como um atenuante às diatribes do governo. No entanto, este raciocínio é
minoritário. Na estatal paranaense, predomina um clima de apreensão. O
RR apurou que existe um desconforto em dar continuidade às gestões
com a State Grid enquanto o imbróglio em torno da NeoEnergia não for
equacionado
terça-feira, 3 de abril de 2012
A companhia alemã Führlander inicia nesta terça-feira (3/4) a implantação de uma fábrica de turbinas eólicas no complexo portuário e industrial de Pecém, no Ceará
| Führlander inicia implantação de fábrica eólica no Ceará | |
| Ministro Lobão participa de cerimônia oficial de lançamento das obras; planta deve estar pronta em oito meses | |
| Jornal da Energia jornaldaenergia.com.br | |
A companhia alemã Führlander inicia nesta terça-feira (3/4) a implantação de uma fábrica de turbinas eólicas no complexo portuário e industrial de Pecém, no Ceará. A cerimônia oficial de lançamento da ordem de serviço para as obras contará com a presença do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. A empresa, que já tinha o terreno no Brasil há anos, conta com licença de instalação e prevê investir R$15 milhões em sua primeira fase. A unidade ocupará uma área de 122 mil metros quadrados e deve gerar inicialmente 200 empregos diretos e cerca de 600 indiretos. A previsão da Führlander é concluir a fábrica em oito meses e começar a produzir no começo de 2013. A planta entregará aerogeradores de 2,5MW e 3MW, com até 141 metros de altura. O evento de lançamento começa às 11 horas. |
Depois de se tornar o maior produtor de energia eólica do Brasil, o Ceará deverá ganhar agora a sua primeira fábrica montadora de aerogeradores, a ser instalada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém. Após reunião com a alemã Fuhrländer, na última segunda-feira, em Siegen, na Alemanha, o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Antônio Balhmann, informou que o antigo projeto da empresa no Estado irá, neste ano, sair do papel. E mais: em parceria com outra investidora internacional e com uma nacional, a Fuhrländer irá montar na localidade uma espécie de cluster, com a instalação de mais duas unidades fabris, sendo uma de pás e outra de torres para aerogeradores.
Área terraplanada
"A Fuhrländer já possui uma área no Pecém terraplanada. Existe, inclusive, um protocolo de intenções assinado com o Estado para a instalação da fábrica. Entretanto, em função das incertezas que existiam no mercado brasileiro de energia eólica, a empresa teve dificuldade de construir a unidade. Mas agora, diante do primeiro leilão de energia do tipo, ocorrido no ano passado, e pelo interesse da empresa em participar dos próximos leilões, assim como por uma maior confiança no mercado brasileiro do segmento, veio a possibilidade da instalação definitiva da fábrica", justifica Balhmann. Segundo o presidente da Adece, a expectativa é de que as obras tenham início no segundo semestre desse ano, para estar em operação entre os primeiros seis meses de 2011. O investimento nas três novas unidades soma aproximadamente 60 milhões de euros. Ele adianta que já está autorizada pelo governador Cid Gomes a desapropriação de áreas próximas ao terreno da Fuhrländer para a implantação dessas outras unidades que estão chegando. "É importante frisar que estes novos empreendimentos estarão localizados próximos à fábrica já existente no Pecém da Wobben Windpower, que é pioneira na construção de pás de torres eólicas no Ceará", destaca.
Demanda do Ceará
Segundo Balhmann, os empreendimentos são considerados de grande porte, e irão atender à demanda não somente do Ceará, como de outros estados e até mesmo de países do exterior, como Estados Unidos e localidades no Caribe. "A escolha do Pecém tem a ver com sua localidade estratégica, permitindo atender com facilidade esses outros mercados", destaca. Pensando nesse filão, empresários chineses também já estiveram no complexo para estudar a possibilidade de investir em projetos eólicos por lá.
Balhmann informa que, à exceção da planta de aerogeradores, os empreendimentos já poderão servir aos novos parques eólicos a serem instalados em decorrência do último leilão de energia dos ventos. A unidade de montagem de aerogeradores terá capacidade de produção equivalente a 200 megawatts (MW) por ano. Já a de pás poderá fabricar 450 unidades anualmente. Os projetos em fabricação de torres no local permitirão a produção de cerca de 100 unidades/ano. Estas novas fábricas ocuparão uma área de 240 mil metros quadrados.
O presidente da Adece ressalta ainda o trabalho de treinamento que será feito com a mão-de-obra local. "Eles (a Fuhrländer) vão incorporar a estrutura de capacitação e treinamento que a empresa tem na Alemanha. A empresa já prestou serviço para a China, onde formou mão-de-obra para a produção de mais de 3 gigawatts (GW) com sua tecnologia. Desta forma, técnicos e operários virão para a Alemanha e instrutores daqui irão para o Brasil", diz. Ele acrescenta que esse trabalho no Pecém será feito em parceria com o CTTC, que será instalado no complexo.
Apesar de não poder informar que empresa está envolvida na instalação da fábrica de torres, ele adianta que esta a construirá em parceria também com uma empresa nacional, a Torres do Brasil, que já foi constituída para esse fim.
Eólica no Pecém
O Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) deverá contar com uma usina eólica que destine a sua produção para os seus próprios empreendimentos industriais, ao invés de repassar a energia para o Sistema Integrado Nacional (SIN), como ocorre com os outros parques eólicos. O projeto vem de uma antiga concessão que o Governo do Estado possuía, mas que só agora será levada à prática. "A usina será operada por uma empresa pra fim específico, que poderá administrá-la com a participação da CearáPortos. Vamos começar esse projeto. Já estamos finalizando a constituição da empresa e a questão jurídica e institucional para a distribuição dessa energia. A ideia é que ela alimente as indústrias do complexo, mas estas questões estão sendo avaliadas", explica Balhmann. O investimento no projeto está estimado em US$ 120 milhões e será financiado pela empresa a ser formada pela associação do governo com a iniciativa privada. O parque terá capacidade para produzir 60 MW de energia, sendo implantado em duas fases, iniciando com 30 MW para depois duplicar. A previsão é de que as obras tenham início ainda este ano, para que o parque possa operar a partir de 2011.
Caso se confirme, o Ceará poderá receber mais R$ 30 milhões em recursos investidos pela empresa no Estado
Ainda que em fase de implantação de uma indústria no Ceará, a fabricante alemã de aerogeradores Fuhrländer, já pensa em ampliação da futura unidade fabril. Caso se confirme, a empresa investirá mais R$ 30 milhões no Estado, somados aos R$ 15 milhões previstos para esta primeira etapa, cuja pedra fundamental está sendo lançada hoje no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP). Trata-se da primeira fábrica da companhia no Brasil.
Segundo o gerente de projetos da Fuhrländer, Newton Lima, a expansão, embora antecipadamente prevista, deverá ocorrer somente no longo prazo. "Nossa meta, agora, é implantar esta primeira etapa e treinar o pessoal", fala. De acordo com ele, 200 empregos diretos serão gerados na fase atual. No entanto, uma ampliação dobraria esse número de postos de trabalho.
Valor agregado
Na avaliação do executivo, a vinda da Fuhrländer para o Ceará carrega um grande valor agregado para a economia estadual. Isto porque, explica, "os aerogeradores são produtos de alta tecnologia". "Eles têm partes de fundição, elétrica, hidráulica e sistema de cabos que podem ser adicionados à produção local. No entanto, para fabricar aqui, neste momento, ainda teremos que comprar essas partes de produtores de outros estados, como Minas Gerais e São Paulo. Mas com a nossa fábrica aqui, essas empresas podem vir a se instalar no Ceará", emenda Newton Lima, reforçando o poder de encadeamento que uma indústria de aerogeradores pode proporcionar.
De acordo com ele, em paralelo à construção do empreendimento, os contatos para essas parcerias já vão começar a ser feitos. "A ideia é trazer esse pessoal para cá", destaca.
Até porque, embora esta primeira etapa esteja sendo viabilizada pela contratação de equipamentos para produção de 400 megawatts (MW) de energia eólica, por empresas vencedoras dos últimos leilões, a Fuhrländer vislumbra a contratação de mais 400 MW nos próximos dois certames que estão para acontecer ainda este ano. "Nossa expectativa é fechar no mínimo o que já temos contratado", afirma o executivo.
Conforme disse, a previsão é de que 20 unidades sejam produzidas por mês, em um turno de trabalho por dia. "Porém, dependendo da demanda, se houver necessidade, a capacidade de produção poderá ser distribuída em mais um turno", adiantou.
Solenidade
A cerimônia de lançamento da pedra fundamental acontece, hoje, às 11 horas, no Cipp, com a presença do governador Cid Gomes, do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão; do presidente da Eletrobrás, José da Costa; do presidente de Furnas, Flávio Decat, além do presidente da Fuhrländer, Joachim Fuhrländer, dentre outros.
Ainda de acordo com Newton Lima, a previsão é que o empreendimento fique pronto em oito meses, iniciando a fabricação de aerogeradores no primeiro semestre de 2013.
Apresentação
A fim de consolidar ainda mais o setor no Ceará, o governador Cid Gomes apresentou ontem, em São Paulo, as ações e os projetos de energia eólica no Estado. A exposição aconteceu durante a Brazil Wind Energy Conference (BWEC), realizada pela revista Carta Capital e Cleantech. O Ceará é atualmente o estado com maior produção de energia eólica do Brasil, são 17 parques instalados com produção de 518 megawatts.
Projeção
O Brasil pode se tornar em 2013 o décimo maior produtor de energia eólica do mundo, um salto de 10 posições, já que o País terminou 2011 na 20ª colocação. A projeção foi apresentada ontem, pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, durante a mesma conferência. A estimativa tomou como base o crescimento da capacidade instalada e a previsão da entrada dos parques eólicos já contratados.
Estimativa
15 milhões de reais é o investimento previsto para construção de uma primeira etapa da indústria de aerogeradores no Estado, que terá 122 mil metros quadrados
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