sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Informações sobre a UHE Três Irmãos já podem ser solicitadas a ANEEL


Informações sobre a UHE Três Irmãos já podem ser solicitadas a ANEEL

As informações fornecidas pela CompanhiaEnergética de São Paulo – CESP sobre a Usina Hidrelétrica Três Irmãos já estão disponíveis aos interessados em participar do leilão da usina. Para ter acesso aos dados, deve-se solicitar a cópia dos arquivos mediante entrega de três DVDs diretamente no Centro de Documentação, na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), ou enviá-los pelo correio para o endereço da Agência. Se retirados presencialmente, os arquivos poderão ser gravados em pen drive ou HD Externo com espaço livre superior a 11 GB.O prazo mínimo para produção das cópias é de cinco dias úteis após o recebimento das mídias.   Os dados contidos nos DVDs são de inteira responsabilidade da CESP. Quaisquer divergências ou inconsistências eventualmente encontradas poderão ser reportadas à Comissão Especial de Licitação – CEL, por meio do endereço eletrônico master.cel@aneel.gov.br. 
   A consulta pública nº 10/2013, que discutiu a modelagem de data room (sala de informações), recebeu 390 contribuições até o dia 29/10/2013. De acordo com o resultado da consulta, os responsáveis pela usina precisam fornecer, por exemplo, os últimos cronogramas plurianuais das paradas de máquinas para manutenção e relatório das últimas manutenções realizadas; apresentação da faixa operativa das Unidades Geradoras (potência x queda bruta); lista de pendências de anomalias e riscos existentes na UHE; apresentação da matriz e registros de treinamentos e competências dos técnicos, entre outros. Veja o resultado da consulta aqui.
 
   A UHE Três Irmãos, atualmente sob operação da CESP, precisará ser licitada novamente, pois a estatal não aceitou renovar o contrato conforme as regras estabelecidas pelo governo federal no final de 2012. A UHE está localizada no Rio Tietê – Pereira Barreto (SP). Possui capacidade instalada de 807,50 MW e a primeira unidade geradora entrou em operação em 1993. O edital do certame deve ser colocado em audiência pública para discussão e posterior aprovação da Diretoria Colegiada da Agência. (PG)

http://www.aneel.gov.br/area.cfm?idArea=795&idPerfil=5&idiomaAtual=0
http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/noticias/Output_Noticias.cfm?Identidade=7693&id_area=90

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Subestação em KANSAS - Transformador em Chamas e Abertura de arco elétrico


Video impressionante de transformador de 20MVA em chamas e abertura de arco elétrico.

Grupo REDE será transferido para Grupo ENERGISA.

O Grupo Energisa informa que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quinta-feira (17/07), conforme publicação no Diário Oficial da União (DOU), o Ato de Concentração que autoriza a transferência do controle do Grupo Rede para a Energisa, uma das condições precedentes do plano de recuperação judicial do Rede apresentado pela companhia na Assembleia de Credores, realizada em 5 de julho de 2013, e homologado, em setembro, pelo juízo da 2ª Vara Judicial de Falências e Concordatas, de São Paulo.
Com a decisão favorável do Cade, a conclusão da transferência de controle depende, agora, da aprovação do plano pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e de outras condições previstas no Plano de Recuperação Judicial. No dia 1º de outubro, a Energisa entregou à agência reguladora um plano de recuperação detalhado para o Grupo Rede, cumprindo o prazo previsto pela Aneel. O documento trouxe um amplo e detalhado diagnóstico sobre as empresas que integram o Rede e apresenta soluções robustas e sustentáveis para o negócio.

Para o diretor-presidente da Energisa, Ricardo Botelho, a medida é mais um avanço no processo de recuperação das oito distribuidoras do Rede - hoje sob intervenção da Aneel - para que possam retomar a normalidade na prestação do serviço a cerca de 3,2 milhões de pessoas. "A decisão é mais um importante passo para colocar as empresas do Grupo Rede novamente em condições financeiras saudáveis. Estamos atuando com o máximo de agilidade para que possamos iniciar o processo de integração destas empresas à Energisa e equacionarmos os problemas o mais rápido possível", diz. 

O Grupo Rede tem oito distribuidoras (Caiuá, Companhia de Energia Elétrica do Estado do Tocantins, Cia de Força e Luz do Oeste, Companhia Nacional de Energia Elétrica, Empresa de Distribuição de Energia do Vale Paranapanema, Empresa Elétrica Bragantina., Centrais Elétricas Matogrossenses e Empresa Energética do Mato Grosso do Sul), num total de 3,3 milhões de consumidores divididos entre os estados de São Paulo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Mato Grosso. Em 2012, o Rede faturou R$ 7,2 bilhões. O grupo possui também uma geradora, a Tangará Energia, com capacidade instalada de 120 MW.
Fonte: Jornal da Energia.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Seminário Sistemas Subterrâneos de Distribuição: aspectos regulatórios - ANEEL

A Agência Nacional de Energia Elétrica realizou em Brasília, no dia 26 de setembro, o seminário Sistemas Subterrâneos de Distribuição: aspectos regulatórios.

Na falta de regulamentação para este tema a ANEEL surgiu com uma oportunidade interessante para a discussão entre os agentes envolvidos neste processo, sendo uma primeira etapa na busca de uma resolução normativa sobre o tema.

Ficou claro a necessidade que a sociedade demanda por este tipo de rede, com vários exemplos em diversos estados, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, cada qual com sua necessidade. Um aspecto que foi ressaltado é como financiar redes que custam de 7 a 20 vezes o valor de uma rede aérea.

O seminário foi elaborado de forma a permitir a troca de experiência em três tópicos:

a. aspectos técnicos: abordagem sobre novas técnicas, padrões construtivos e materiais utilizados na construção de novas redes e no enterramento de redes existentes, compreendendo a discussão dos custos associados e da influência das redes subterrâneas nos padrões de qualidade da energia;
 
b. aspectos operativos: a atual expertise das distribuidoras em operar redes subterrâneas, os custos e os desafios associados à operação e manutenção de redes subterrâneas; e
 
c. aspectos regulatórios: visão geral do estado da arte no mundo e a interface entre os diversos agentes do setor elétrico, poder público municipal e empresas de telefonia e de TV a cabo; será feita uma reflexão sobre a atual regulamentação e pontos que devem ser aprimorados.

Aguardamos o assunto entrar na agenda regulatória e futura audiência pública.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

LIGHT é uma das piores concessionárias de distribuição do Brasil


No ranking abaixo você poderá verificar que a LIGHT foi uma das piores concessionárias de distribuição do país, com indicadores de desempenho de continuidade comparado a concessionárias que possuem áreas de atuação bem mais complicadas.Um péssimo serviço para uma tarifa muito cara.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) divulga o ranking das distribuidoras de energia do país em relação à qualidade do serviço prestado para o ano 2012. O Ranking avaliou todas as distribuidoras do país para o período de janeiro a dezembro de 2012 e foi dividido em dois grupos, de acordo com o porte das distribuidoras. São 35 distribuidoras consideradas de grande porte, com o mercado faturado anual de energia maior que 1 TWh (terawatt hora), e 28 distribuidoras consideradas de menor porte, com mercado faturado anual menor ou igual a 1 TWh.
   No mercado maior, as três piores colocadas estão na região Norte e Centro-Oeste. A Companhia Energética de Brasília – CEB, que presta o serviço no Distrito Federal, ficou em 33º, seguida da Companhia Energética de Goiás – Celg, em 34º, e das Centrais Elétricas do Pará (Celpa), em 35º. As mais bem colocadas foram a Companhia Luz e Força Santa Cruz (CPFL Santa Cruz), que presta o serviço em municípios do estado de São Paulo, seguida da Companhia Energética do Ceará (Coelce) e, em 3º lugar, a Companhia Energética do Maranhão (Cemar).
   Já no mercado menor, as três melhores colocadas foram: Muxfeldt, Marin & Cia. (Mux-Energia), que presta o serviço em municípios do estado do Rio Grande do Sul, Empresa Força e Luz João Cesa (EFLJC), que atende municípios do estado de Santa Catarina e a DME Distribuição (DMED), concessionária que atende cidades de Minas Gerais. As três piores colocadas dentro desse mercado foram as distribuidoras Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) e Iguaçu Distribuidora de Energia Elétrica (IEnergia), de Santa Catarina.
   O ranking é elaborado com base no indicador de Desempenho Global de Continuidade – DGC, formado a partir da comparação dos valores apurados de DEC* e FEC** das distribuidoras em relação aos limites estabelecidos pela ANEEL. Dessa forma, pode-se afirmar que as distribuidoras mais bem colocadas apresentam melhor desempenho em relação ao esperado pela ANEEL quando comparadas com as demais.
   O ranking é um instrumento que incentiva as distribuidoras a buscarem a melhoria contínua da qualidade do serviço. Mesmo para as distribuidoras que estão abaixo dos limites regulatórios, existe incentivo para que elas continuem buscando as melhores posições.
   A publicação do ranking também contribui para aumentar a transparência da gestão dos indicadores de continuidade e incentivar o envolvimento da sociedade neste processo. Além disso, acompanha as melhores e mais recentes práticas internacionais, incorporando-as à realidade brasileira.
Apuração
   Para a coleta e apuração dos indicadores de continuidade DEC e FEC, a ANEEL exige que todas as distribuidoras certifiquem esse processo, com base nas normas da Organização Internacional para Normalização (International Organization for Standardization) ISO 9000. (RE/PG)