| Furnas defende parceria com chineses em projetos de energia elétrica | |
| Furnas defende parceria com chineses em projetos de energia elétrica O presidente de Furnas, Flávio Decat, defendeu a realização de parcerias entre empresas brasileiras e chinesas em projetos de energia elétrica. | |
| Valor - Rodrigo Polito e Marta Nogueira dmibr.com | |
Furnas defende parceria com chineses em projetos de energia elétrica O presidente de Furnas, Flávio Decat, defendeu a realização de parcerias entre empresas brasileiras e chinesas em projetos de energia elétrica. “Furnas tem feito parcerias com a State Grid e a Three Gorges. Que eles [chineses] venham desenvolver capital no Brasil, com as nossas regras, dirigidas por nós”, disse o executivo, durante o evento “Brasil: Energia & Futuro”, na PUC-Rio. Furnas já possui projetos de transmissão em parceria com a State Grid em andamento no Brasil. Com a Three Gorges, a estatal brasileira negocia a construção de um parque eólico, de 200 megawatts (MW), na costa do país asiático. No ano passado, as duas empresas haviam assinado um memorando de cooperação para analisar a execução conjunta de empreendimentos nos dois países e no resto do mundo. |
Nesse blog iremos discutir e informar sobre as noticias da parte técnica na área de transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e no Mundo. transmissão de energia elétrica, manutenção, energia elétrica, distribuição, eficiência energética, P&D, leilão transmissão, subestações, linhas de transmissão, segurança do trabalho.
terça-feira, 17 de julho de 2012
Furnas e State Grid - Parceria em projetos de energia elétrica
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Videos Impressionantes - Arcos Elétricos e Incêndios em Transformadores
Resumo de videos impressionantes que demonstram a abertura de chaves seccionadoras e a manutenção do arco elétrico por alguns segundos e outros videos demonstrando incêndios em transformadores, vale a pena dar uma olhada.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Energia Solar deverá ser Leiloada no Próximo Ano
O Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou ao Jornal da Energia que o governo tomará, ainda neste ano, uma decisão sobre realizar ou não um leilão para a contratação de energia solar. Lobão conversou com a reportagem após participar da inauguração do espaço da Eletrobras na Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), no Rio de Janeiro. "O MME e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) continuam estudando para poder fazer o leilão. Este ano teremos uma definição. Porém, somente uma definição, não o leilão", explicou o ministro. Os estudos citados por Lobão levam em conta um material elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), órgão de planejamento do MME. A entidade, chefiada por Maurício Tolmasquim, enviou ao governo um material sobre a geração solar fotovoltaica e seu potencial no País. Embora o material não tenha sido revelado à imprensa, Tolmasquim adiantou que o estudo sugere a realização de leilões para criar "uma massa crítica" da fonte no País, com a construção de usinas. Ao mesmo tempo, são propostos incentivos tributários e financiamentos para a microgeração, que já é vista como economicamente viável em alguns Estados. O Jornal da Energia apurou que agentes do setor elétrico já ouviram números sobre o eventual leilão, que poderia contratar 400MW e ter um preço médio de R$250 por MWh. O valor, apesar de ser considerado baixo para geração fotovoltaica, teria recebido aval de investidores, principalmente de empresas estrangeiras, que teriam se dito capazes de dar lances até abaixo disso.
| Para a EPE, energia solar já é competitiva em algumas regiões do país | |
| O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, se reuniu... | |
| Valor Online g1.globo.com | |
O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, se reuniu na terça-feira com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para apresentar um estudo de viabilidade de implementação da energia solar no Brasil. Segundo ele, o trabalho deverá ser divulgado após a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. 'Trata-se de uma análise para subsidiar a formulação de políticas', explicou. O presidente da EPE afirmou que em algumas áreas do país o custo da energia solar já é competitivo, com a instalação de placas solares em residências. Ele reconheceu, no entanto, que o alcance territorial da iniciativa ainda é restrito. 'São poucas, mas com algumas medidas adicionais de isenção você pode ampliar muito o número de áreas', afirmou. Ele ponderou, ainda, que o preço dos equipamentos necessários ainda é muito alto. Já a geração solar em usinas deve levar cerca de dez anos para ser viável no mercado, pois ainda não é competitiva, disse Tolmasquim. No estudo há propostas para incentivar o uso da tecnologia no país, como a desoneração de equipamentos e melhoria do financiamento. Também serão apresentadas simulações de preços da energia solar, disse Tolmasquim. O levantamento apresenta qual o cenário necessário para que quase todas as concessionárias de energia brasileiras se interessem em investir na geração solar. | |
| Lobão garante que definição sobre realização de leilão solar sai ainda neste ano | |
| Ministério vai analisar estudo sobre a fonte elaborado pela EPE; material sugere certames e vê microgeração viável | |
| Jornal da Energia jornaldaenergia.com.br |
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Leilão 005/2012 - ANEEL de linhas transmissão tem pouca disputa
| Leilão de linhas transmissão tem pouca disputa | |
| O leilão de transmissão de energia realizado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) terminou com deságio médio de 1,04% e praticamente sem disputa, o que a agência atribuiu ao momento do mercado e a custos ambientais e de questões fundiárias. | |
| Reuters estadao.com.br |
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O leilão de transmissão de energia realizado ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) terminou com deságio médio de 1,04% e praticamente sem disputa, o que a agência atribuiu ao momento do mercado e a custos ambientais e de questões fundiárias. Apenas um dos seis lotes leiloados foi arrematado com deságio - o lote D, na Bahia, para o qual a Neoenergia apresentou desconto de 40% em relação à receita máxima permitida. Os outros lotes foram arrematados sem deságio, exceto a linha Itabirito 2-Vespasiano 2, no lote F, que não recebeu nenhum lance. O empreendimento seria dedicado a reforçar o atendimento à região metropolitana de Belo Horizonte e estava previsto dentro das obras para a Copa do Mundo. |
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