Hoje ocorre o leilão 005/2012 ANEEL as 10 horas na BMF Bovespa
http://www.bmfbovespa.com.br/consulta-leiloes/ResumoDetalheAcompanhamento.aspx?Leilao=005%2f2012&Q=2&Operacao=D&Data=06%2f06%2f2012+10%3a00&idioma=pt-br
Nove empresas e um consórcio se candidataram para concorrer aos seis lotes do Leilão de Transmissão no 05/2012, que será realizado amanhã (06/06) às 10h pela Agência Nacional de Energia Elétrica na BM&FBOVESPA, em São Paulo. Veja aqui a lista dos participantes no leilão.
Serão licitadas seis linhas de transmissão e seis subestações, nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia. A Receita Anual Permitida (RAP)* máxima a ser paga aos empreendedores, determinada no edital, é de R$ 99,9 milhões. Serão vencedores os proponentes que apresentarem o menor valor de RAP por lote. Consulte aqui a descrição dos lotes.
Por se tratar de obra para a Copa do Mundo de 2014, com prazo de conclusão reduzido, o Lote D do Leilão de Transmissão nº 03/2012, sem interessados no certame realizado em abril passado, retorna como o Lote F do Leilão nº 05/2012. Foi realizada reavaliação relacionada à alteração do percentual do tipo de estruturas (torres), fruto de análise técnica das regiões por onde passa a linha de transmissão em questão, próximas a áreas de expansão urbana, com biomas de Cerrado e Mata.
Sistemática do leilão – Neste leilão, retorna a prática da entrega da proposta financeira com o valor da RAP para cada lote durante o leilão, em envelope lacrado. Todos os proponentes inscritos e habilitados para disputar o lote deverão entregar proposta ao leiloeiro no momento do certame, inclusive aqueles que porventura tenham perdido o interesse pela disputa - nesse caso, deverá colocar no envelope um formulário de recusa de apresentação de proposta. Se a diferença entre a menor oferta e as outras propostas for superior a 5%, vence o proponente da menor proposta. Se a diferença for menor ou igual a 5% ou se houver empate entre as menores ofertas, haverá rodada a viva-voz, na qual o leiloeiro poderá fixar valores mínimos a serem oferecidos entre um lance e outro. Vencerá a proponente que apresentar o menor valor. No caso de nenhum proponente fazer lance viva-voz, será vencedor aquele que tiver apresentado o menor valor por envelope. Se houver empate em valores apresentados por envelope sem apresentação de lances viva-voz, o vencedor será determinado por sorteio promovido pelo diretor da sessão. Para favorecer a disputa, poderá ocorrer eventual exclusão de lote para o qual haja apenas um proponente apto a concorrer, após manifestação do Ministério de Minas e Energia (MME). Caso seja mantido o lote, será adotada para ele uma Receita de Reserva de valor inferior à RAP máxima, também fixada no Edital, como forma de se obter um deságio mínimo.
Garantias – Para participação no leilão, os proponentes aportaram garantia de até 1% do valor do investimento estimado pela ANEEL, com prazo de prorrogação de 60 dias. A Garantia de Fiel Cumprimento é apresentada apenas pelos vencedores do leilão, em substituição à garantia anterior. Corresponde a 5% do valor do investimento e deve ser aportada até dois dias úteis antes da assinatura do contrato.
Cronograma – Pelo cronograma do edital, os proponentes vencedores deverão entregar os documentos para a fase de habilitação no dia 15/06, na BM&FBovespa. Até o dia 22/06, a Comissão Especial de Licitação (CEL) da ANEEL deverá divulgar o resultado da habilitação. A homologação do resultado e a adjudicação da concessão estão previstas para 03/07. O prazo final para entrega do cronograma e do orçamento de construção das instalações é o dia 16/07, data em que também deverão ser entregues os documentos da SPE ou da concessionária de transmissão exigidos para o contrato de concessão. Dois dias úteis antes da data a ser marcada para assinatura do contrato de concessão, os empreendedores deverão entregar a garantia de fiel cumprimento. Os contratos deverão ser assinados em 14 dias a partir da data de convocação.
Mudança – A metodologia do Leilão de Transmissão nº 05/2012 será a mesma do Leilão de Transmissão nº 02/2012, realizado em abril. Retornam a entrega dos envelopes de proposta de lance durante o certame e também a Receita de Reserva, que é o valor máximo de RAP a ser contratada para determinado lote, correspondente a 95% da RAP máxima, caso haja um único proponente para o lote. Do Leilão de Transmissão nº 03/2012, foi mantido o prazo de prorrogação da garantia para participação do leilão, de 60 dias.
Todos os documentos do certame estão disponíveis no sítio da ANEEL (www.aneel.gov.br), Espaço do Empreendedor, em Editais de Transmissão. (PG/BT/DB)
Nesse blog iremos discutir e informar sobre as noticias da parte técnica na área de transmissão e distribuição de energia elétrica no Brasil e no Mundo. transmissão de energia elétrica, manutenção, energia elétrica, distribuição, eficiência energética, P&D, leilão transmissão, subestações, linhas de transmissão, segurança do trabalho.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
quarta-feira, 30 de maio de 2012
State Grid dobra de tamanho no Brasil
| State Grid dobra de tamanho no Brasil | |
| A chinesa State Grid vai praticamente dobrar a sua carteira de linhas de transmissão em operação no Brasil, para cerca de 6 mil quilômetros, até o fim do ano, com a compra de sete empreendimentos (num total de 2,8 mil quilômetros) do grupo espanhol Actividades de Construccion y Servicios (ACS)... | |
| Valor Econômico clipping.planejamento.gov.br | |
A chinesa State Grid vai praticamente dobrar a sua carteira de linhas de transmissão em operação no Brasil, para cerca de 6 mil quilômetros, até o fim do ano, com a compra de sete empreendimentos (num total de 2,8 mil quilômetros) do grupo espanhol Actividades de Construccion y Servicios (ACS) no país. Considerando ainda o sistema de transmissão do complexo hidrelétrico de Teles Pires (MT), de 1,6 mil quilômetros, que a empresa chinesa vai construir com a paranaense Copel, o portfólio da estatal asiática totalizará 7,6 mil quilômetros, ultrapassando a gaúcha Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), que possui pouco mais de 6 mil quilômetros de linhas. O negócio fechado esta semana, em que a State Grid pagará R$ 1,05 bilhão e assumirá R$ 814 milhões de dívida líquida, envolve sete linhas localizadas em oito Estados brasileiros. Os empreendimentos pertencem à Cobra, Cymi e CME, empresas controladas pela ACS. A maioria dos projetos já está em operação. A parcela restante iniciará a operação comercial até o fim de 2012. A transação, realizada pelas duas holdings, na China e na Espanha, está sujeita ainda à aprovação de entidades regulatórias. Com a negociação, a State Grid também ultrapassaria outro importante "player" em expansão no setor, a Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa). A empresa, porém, ampliou seu portfólio de 6,2 mil quilômetros para 9,3 mil quilômetros ao adquirir, em maio, 3,1 mil quilômetros de linhas da Cemig, uma de suas principais acionistas. De acordo com levantamento feito em dezembro pela Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate), as líderes do setor são Furnas, com 19,2 mil quilômetros; a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), 18,8 mil quilômetros; e a Chesf, com 18,6 mil quilômetros. Na segunda-feira, a CTEEP assinou a compra da empresa de transmissão da EDP. Único ativo do tipo do grupo português no Brasil até então, a Evrecy Participações possui uma linha de 154 km, em 230 quilovolts (kV). "Quando entrou no mercado brasileiro, a State Grid comprou sete linhas. Agora comprou outras sete. Ela está completando a mudança de posição dos espanhóis para os chineses", afirmou o diretor-executivo da Abrate, César Pinto. Para o coordenador do Grupo de Estudo do Setor de Energia Elétrica (Gesel), Nivalde de Castro, a operação entre a State Grid e o ACS pode ser considerada normal. Isso porque as subsidiárias do grupo espanhol tem foco de atuação na área de construção. Assim, quando concluem as obras, essas empresas vendem os empreendimentos. "De certa maneira, esse é um modelo que as empresas espanholas desenvolvem para viabilizar seu "core business". Independentemente de crise, depois que constroem a linha, elas passam adiante", explicou Castro. "Por conta da situação econômica difícil na Espanha, esse movimento tende a acelerar. E, no Brasil, a grande compradora no setor hoje é a State Grid", completou. Procurada, a State Grid Brazil Holding (SGBH) não informou o valor do investimento nas linhas, nem a receita anual dos empreendimentos. A companhia vai investir R$ 2,7 bilhões em parceria com a Copel para implantar as linhas de Teles Pires. A chinesa entrou no Brasil em 2010, investindo R$ 3,1 bilhões na adquisição de sete empresas de transmissão da Plena Transmissoras, que era controlada pelas espanholas Elecnor, Isolux, Cobra e Abengoa. |
State Grid dobra de tamanho no Brasil
| State Grid dobra de tamanho no Brasil | |
| A chinesa State Grid vai praticamente dobrar a sua carteira de linhas de transmissão em operação no Brasil, para cerca de 6 mil quilômetros, até o fim do ano, com a compra de sete empreendimentos (num total de 2,8 mil quilômetros) do grupo espanhol Actividades de Construccion y Servicios (ACS)... | |
| Valor Econômico clipping.planejamento.gov.br | |
A chinesa State Grid vai praticamente dobrar a sua carteira de linhas de transmissão em operação no Brasil, para cerca de 6 mil quilômetros, até o fim do ano, com a compra de sete empreendimentos (num total de 2,8 mil quilômetros) do grupo espanhol Actividades de Construccion y Servicios (ACS) no país. Considerando ainda o sistema de transmissão do complexo hidrelétrico de Teles Pires (MT), de 1,6 mil quilômetros, que a empresa chinesa vai construir com a paranaense Copel, o portfólio da estatal asiática totalizará 7,6 mil quilômetros, ultrapassando a gaúcha Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), que possui pouco mais de 6 mil quilômetros de linhas. O negócio fechado esta semana, em que a State Grid pagará R$ 1,05 bilhão e assumirá R$ 814 milhões de dívida líquida, envolve sete linhas localizadas em oito Estados brasileiros. Os empreendimentos pertencem à Cobra, Cymi e CME, empresas controladas pela ACS. A maioria dos projetos já está em operação. A parcela restante iniciará a operação comercial até o fim de 2012. A transação, realizada pelas duas holdings, na China e na Espanha, está sujeita ainda à aprovação de entidades regulatórias. Com a negociação, a State Grid também ultrapassaria outro importante "player" em expansão no setor, a Transmissora Aliança de Energia Elétrica (Taesa). A empresa, porém, ampliou seu portfólio de 6,2 mil quilômetros para 9,3 mil quilômetros ao adquirir, em maio, 3,1 mil quilômetros de linhas da Cemig, uma de suas principais acionistas. De acordo com levantamento feito em dezembro pela Associação Brasileira das Grandes Empresas de Transmissão de Energia Elétrica (Abrate), as líderes do setor são Furnas, com 19,2 mil quilômetros; a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), 18,8 mil quilômetros; e a Chesf, com 18,6 mil quilômetros. Na segunda-feira, a CTEEP assinou a compra da empresa de transmissão da EDP. Único ativo do tipo do grupo português no Brasil até então, a Evrecy Participações possui uma linha de 154 km, em 230 quilovolts (kV). "Quando entrou no mercado brasileiro, a State Grid comprou sete linhas. Agora comprou outras sete. Ela está completando a mudança de posição dos espanhóis para os chineses", afirmou o diretor-executivo da Abrate, César Pinto. Para o coordenador do Grupo de Estudo do Setor de Energia Elétrica (Gesel), Nivalde de Castro, a operação entre a State Grid e o ACS pode ser considerada normal. Isso porque as subsidiárias do grupo espanhol tem foco de atuação na área de construção. Assim, quando concluem as obras, essas empresas vendem os empreendimentos. "De certa maneira, esse é um modelo que as empresas espanholas desenvolvem para viabilizar seu "core business". Independentemente de crise, depois que constroem a linha, elas passam adiante", explicou Castro. "Por conta da situação econômica difícil na Espanha, esse movimento tende a acelerar. E, no Brasil, a grande compradora no setor hoje é a State Grid", completou. Procurada, a State Grid Brazil Holding (SGBH) não informou o valor do investimento nas linhas, nem a receita anual dos empreendimentos. A companhia vai investir R$ 2,7 bilhões em parceria com a Copel para implantar as linhas de Teles Pires. A chinesa entrou no Brasil em 2010, investindo R$ 3,1 bilhões na adquisição de sete empresas de transmissão da Plena Transmissoras, que era controlada pelas espanholas Elecnor, Isolux, Cobra e Abengoa. |
terça-feira, 29 de maio de 2012
Eólicas: expansão de 30% em um ano 2011/2012 - Caminho certo?
| Eólicas: expansão de 30% em um ano | |
| Uma análise da Trade Energy, comercializadora independente de energia, aponta que a energia eólica é a fonte que mais cresceu, com índice de 30% nos últimos doze meses. Já a energia proveniente de biomassa e das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) aponta um ritmo constante de expansão, de 10%... | |
| Ambiente Energia ambienteenergia.com.br | |
Uma análise da Trade Energy, comercializadora independente de energia, aponta que a energia eólica é a fonte que mais cresceu, com índice de 30% nos últimos doze meses. Já a energia proveniente de biomassa e das pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) aponta um ritmo constante de expansão, de 10% a 15% ao ano. O estudo é baseado no balanço de energia elétrica no Brasil, que apresenta crescimento de oferta em fontes renováveis. “A oferta total de energia em nosso país cresceu 4% em 2011, praticamente na mesma proporção do aumento da demanda”, afirma Regina Pimentel, assessora de gestão de riscos da Trade Energy. A executiva ainda acrescenta que a energia solar começa a se inserir no mercado brasileiro, mas ainda será destinada, principalmente, ao consumo local. Outro dado importante do balanço é que, embora os últimos estudos do Plano Anual de Operação Energética, realizado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), tenham sofrido alteração, ainda está evidente uma folga de garantia física nos requisitos de demanda de energia. De acordo com análise, o Brasil deve apresentar sobra de 1.500 MW médios de energia em 2012. O levantamento indica que a média estimada para a sobra é de 3 GW médios para os próximos cinco anos, dado que representa uma oferta estrutural energética confortável para o país, segundo a Trade Energy. Outro fator que deve ser considerado é a distribuição dessa sobra entre geradores de energia convencional e de energia incentivada: os dois mercados, embora se intercomuniquem, têm preços diferentes, e esses preços estão atrelados ao equilíbrio mensal entre a oferta e a demanda. Atualmente, está destinada ao mercado livre boa parte da energia incentivada, vinda de fontes eólicas, PCHs e biomassa, o que atinge um pouco acima de 5% da demanda total nesse mercado. O restante é atendido pela energia convencional. Hoje, o mercado livre representa 27% de toda a demanda brasileira de energia, composto principalmente por consumidores industriais. |
As Gigantes da Energia e o Pinga-Fogo - CTEEP, CPFL, CEMIG
| Pinga-Fogo Setor Elétrico: CPFL, Cteep, e Cemig | |
| CPFL Energia investe R$ 215 milhões na implantação da rede inteligente | |
| Agência Estado inforlegis.blogspot.com | |
CPFL Energia investe R$ 215 milhões na implantação da rede inteligente A CPFL Energia planeja concluir seu projeto de implantação de redes inteligentes, as chamadas smart grids, para os consumidores de alta-tensão até meados do ano quem vem. A empresa, que está investindo R$ 215 milhões nessa iniciativa, afirma que não cobrará nada a mais de seus clientes e que o retorno do projeto será obtido com maior eficiência obtida com a operação da rede, menor tempo de desligamento e de deslocamento de profissionais para atender a chamados e realizar a leitura de medidores em 25 mil unidades de consumo de suas oito distribuidoras espalhadas pelo Estado de São Paulo e na Região Sul, com a RGE. A chegada desse projeto aos consumidores de baixa tensão, todos os outros que não são industriais, ainda depende da regulamentação que está em estudo na Aneel. O projeto foi iniciado há dois anos e meio, após estudos e reuniões com diversas instituições e empresas do setor configuraram o projeto por meio de quatro frentes, uma com a instalação de religadores automáticos, de atendimento ao cliente por meio de equipes, com a instalação dos medidores inteligentes nas unidades de consumo de energia e com uma rede de comunicação. Outra frente de atuação é na comunicação com as equipes de manutenção da empresa, que passarão a utilizar tablets com dados da rede de distribuição e ocorrências para agilizar a chegada a um determinado ponto onde exista um problema que exija presença de profissionais. (DCI) Cteep paga R$ 58 milhões por linhas de transmissão da EDP A Cteep fechou a compra de 100% dos ativos da Evrecy Participações, empresa de transmissão da Energias do Brasil (EDP). Com valor de R$ 58 milhões, o negócio contempla três linhas de transmissão e uma subestação que atendem Minas Gerais, onde a Cteep já atua, e o Espírito Santo. Com a aquisição, a Cteep passa a ter operações em 15 Estados. A concessão dos ativos da Evrecy vigora até julho de 2025. Eles compreendem um total de 154 quilômetros de linhas de transmissão de 230 quilovolts (kV) e uma subestação com a capacidade de transformação de 450 megavolt-ampère (MVA). "O tamanho dessa aquisição pode não parecer muito grande, mas o ativo é interessante para nós. É importante ter presença nesses Estados, com a possibilidade futura de aprovação da Aneel para o aumento da capacidade desses ativos, que pode gerar uma receita adicional", afirmou, ao Valor, o presidente da Cteep, César Ramírez. Com foco na área de transmissão, a companhia está atenta aos próximos leilões da Aneel e também aos projetos voltados à usina hidrelétrica de Belo Monte. A Evrecy era o único ativo da EDP em transmissão no Brasil. No fim de 2011, a matriz da EDP foi comprada pela chinesa Three Gorges. O grupo chinês comprou participação de 21,35% na empresa portuguesa, tornando-se sua maior acionista individual. (Valor) Cemig projeta receita de R$ 1,3 bi na Gasmig neste ano A expectativa da Cemig é de que a empresa de distribuição do grupo, a Gasmig, alcance receita bruta de R$ 1,307 bilhão em 2012, acima do R$ 1,049 bilhão anotado em 2011. O Ebitda da companhia também deve apresentar evolução, passando dos R$ 177 milhões no ano passado para R$ 189,1 milhões neste ano. O lucro líquido projetado para 2012, por sua vez, é de R$ 127,2 milhões, acima dos R$ 123,6 milhões do exercício anterior. Os dados foram apresentados O diretor de Gás da Cemig, Fuad Jorge Filho destacou o potencial de ampliação do portfólio de negócios da companhia, tanto geograficamente quanto por meio de novos segmentos e produtos. A estimativa da companhia é de um potencial de vendas adicionais de 3 milhões de metros cúbicos diários até 2016. As vendas da distribuidora somaram 1,040,9 bilhão de metros cúbicos/dia em 2011 e a projeção é de um volume de 1,110 bilhão de metros cúbicos/dia neste no. O executivo disse que parte significativa do crescimento virá de grandes projetos industriais, particularmente nos setores mineral, siderúrgico e metalúrgico. Além disso, a empresa planeja a interiorização da rede de distribuição. Na mesma reunião o diretor presidente da empresa, Djalma Bastos de Moraes, disse que a Cemig deverá continuar prospectando e buscando ativos que agreguem valor à companhia. "A procura de novos ativos que venham agregar valor à empresa deve ser uma constante, e isso vamos tentar fazer". O executivo disse que a empresa tentou nos últimos dias adquirir um ativo de transmissão por meio da controlada Taesa. "Mas soube hoje que mais uma vez fomos vencidos pelo capital chinês, ficamos mais uma vez em segundo lugar", disse, sem revelar qual era o ativo. |
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